31 de dez de 2018

Matança da cães em Igaracy, na Paraíba, é destaque na retrospectiva da Folha de São Paulo

Cães fizeram arte, emocionaram e também foram protagonistas de episódios tristes ao longo de 2018.
Teve cachorro que furtou livro, levou pote de ração sem achar que seria notado, que destruiu álbum da Copa, que foi adotado na Argentina e enfrentou uma odisseia para chegar ao Rio. Leal e melhor amigo, aguardou um morador de rua na porta de hospital, impediu o ataque de uma cobra, descansou próximo ao caixão do tutor.
Animais também foram vítimas de incêndios na Grécia, de inundações causadas por furacão e do fogo nos Estados Unidos, destaca a retrospectiva do Blog da Folha de São Paulo. 
Entre as perdas do ano estão Zsa Zsa, que havia vencido concurso decão mais feio do mundo; Brinks, que parecia sempre sorrir; Negão, famoso após ganhar um crachá de funcionário em posto de combustível; e Finn, que andou em balão e acampou para cumprir lista de desejos.
Casos de maus-tratos chamaram a atenção. Em Igaracy (PB), secretários municipais foram denunciados após morte de cães. Em São Luís, uma enfermeira foi multada por atropelar dois animais e provocar a morte de um deles. Em São Paulo, a morte de Manchinha, agredida em uma unidade do Carrefour, reacendeu o debate por penas mais severas para crimes contra animais.

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