23 de jul de 2018

Princesa Isabel: Ricardo Pereira denuncia uso político da Rádio Princesa FM, Rádio Comunitária e veto a Direito de Resposta

O prefeito do município de Princesa Isabel, no Sertão da Paraíba, Ricardo Pereira (PSB), denunciou nesta segunda-feira (23), o que ele chama de “uso político/partidário” das emissoras Rádio Princesa FM 92,5 e Rádio Princesa Isabel 87.9 FM.
Segundo o prefeito, as emissoras de concessão pública estão seguindo uma linha nada republicana, ferindo princípios constitucionais fundamentais e infringindo regras básicas de direito ao contraditório.
“Desde 2017 que o governo busca direito à defesa das acusações semanalmente proferidas por um grupo político partidário hoje aliado ao deputado estadual João Henrique. Há cerca de 30 Pedidos de Direito de Resposta impetrados – os últimos estão sendo enviados pelos Correios, porque nem recebendo estão mais. A Justiça já nos deu ganho de causa no primeiro processo, mas, mais uma vez, em claro desrespeito ao contraditório, descumpriram a decisão do juiz da segunda vara. O uso criminoso dessas duas emissoras está sendo levado à Justiça. Como pode fazer uso de uma emissora de concessão pública para fins eleitorais? Mais grave ainda: temos uma emissora comunitária que também foi usada para esses mesmos fins. É simplesmente repudiável.” 
Ricardo Pereira ainda disse que o governo não teme o debate, que inclusive já propôs uma audiência pública para discutir as denúncias, mas a oposição não compareceu. “Na verdade eles não tem coragem de debater olho no olho. Eles usam a Rádio Princesa para disseminar mentiras e, na maioria das vezes, questões que não foram cem por cento resolvidas porque foram bombas remanescentes do governo do PSDB, do qual eles eram avalistas e participantes, como, por exemplo, o caso da interdição do matadouro. Eles não têm moral para falar em nada. Princesa Isabel conhece o comportamento de cada um. São atores, mas Princesa Isabel não é novela, sabe e saberá distinguir política de compromisso com o povo de politicagem barata.” Finaliza.
Fonte: ASCOM

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