14 de ago de 2017

Lula em 2018: PSDB e DEM podem romper com Temer


Às voltas com projeções sobre 2018, dirigentes do PSDB e do DEM admitem que as decisões mais estratégicas de suas legendas estão atreladas a um fator externo: o ex-presidente Lula. 
Avaliam que, se a condenação do petista não for confirmada em segunda instância até maio, as chances de a Justiça barrar sua candidatura depois são mínimas. Com ele no páreo, haverá forte pressão pelo rompimento da aliança com Michel Temer, especialmente entre parlamentares do Nordeste.
Segundo o último Datafolha, na região, reduto eleitoral mais poderoso de Lula, a reprovação a Temer alcança 77%. O futuro do ex-presidente também é alvo de debate no PT.
 A sigla avalia que, se disputar, o petista terá vaga garantida no segundo turno. Se for barrado, porém, precipitará um processo profundo de renovação na legenda.

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